Raphael Hideki
Fundador da Alçar Voo · Sócio da Doka 44Estratégia e método. São mais de 15 anos de franchising e mais de 250 lojas vendidas.
O Grupo Alçar reúne a Alçar Voo e a Doka 44. Acompanhamos o caminho inteiro de uma empresa: da decisão de crescer até a operação funcionando. Somos de Maringá, no Paraná, com sede no Hangar, na Av. Humaitá.
Propósito. Ajudar o empreendedor brasileiro a ganhar dinheiro. É esse o critério: se a decisão não aumenta o resultado de quem nos contrata, ela não entra no plano.
Ambição. Ser a empresa que o dono chama quando precisa crescer e não pode errar, com a cadeia inteira sob o mesmo teto, da decisão à operação funcionando. Somos uma empresa jovem e trabalhamos para isso.
Da prática para a estratégia. A teoria só funciona quando é validada na prática. Por isso não entregamos apenas relatórios: trazemos a visão de quem já esteve na linha de frente e superou os desafios que a sua empresa enfrenta hoje.
Raphael Hideki tem mais de 15 anos de franchising. Vendeu mais de 250 lojas entre franquias, licenças e modelos híbridos, com lojas em mais de 150 cidades, em 8 estados e no Paraguai.
Fundou a Alçar Voo para levar esse método a outras redes. É publicitário, pós-graduado em gestão de pessoas, tem MBA em marketing pela FGV e é autor do livro Alçar Voo: Lições de Vida e Liderança.
Um time, duas empresas. A Alçar Voo cuida do crescimento do negócio, do diagnóstico ao resultado. A Doka 44 cuida da marca e do marketing. Cada frente tem um dono.
Estratégia e método. São mais de 15 anos de franchising e mais de 250 lojas vendidas.
Vem de planejamento financeiro, preço e dados. Nas duas empresas, toda decisão passa pelo número.
Cuida de marketing e da área comercial: como a empresa atrai, atende e vende.
A Doka 44 é uma agência de marketing que acredita que branding e performance andam juntas.
A decisão de crescer se prova em DRE, viabilidade e unit economics. Se o número não fecha, o movimento não acontece.
Definir onde jogar exige definir onde não jogar. Recortar mercado, canal e ritmo é a primeira entrega, não a última.
Fluxo, perfil da população e concorrência decidem o ponto. A intuição do investidor, não.
Plano só existe quando vira rotina: prioridade com prazo, um dono por entrega e cadência de revisão. É onde a maioria dos projetos morre, e é onde ficamos.
Cada valor tem um critério usado no dia a dia, inclusive para contratar, promover e desligar.
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